Sinopse

Dá-me a Tua Mão e Leva-me estuda como evoluiu a relação entre pai e filho, desde os anos 1970 até aos dias de hoje. Parte da parentalidade das últimas décadas do século passado, onde predominava a figura da mãe, até 2020, onde o pai emerge como personagem também fundamental para a criança. Retrata as modificações físicas, psicológicas e sociais que ocorrem na parentalidade masculina e que contribuem para a emergência do novo pai, ao mesmo tempo que defende a valorização urgente e necessária deste papel parental contemporâneo. Nos casos de divórcio e no que diz respeito à regulação das responsabilidades parentais, Daniel Sampaio defende a guarda partilhada com residência alternada, como forma de preservar os laços da criança com os dois progenitores. Esta obra reflete também sobre a evolução da Psiquiatria e da Psicologia no mesmo período de tempo, desde a visão dogmática do passado até aos impasses no seu desenvolvimento ao longo das últimas cinco décadas. Um texto atual e oportuno, que interessa aos pais e aos filhos, aos técnicos de Saúde Mental e a todos os que se interessam por um melhor relacionamento interpessoal.

Detalhes do Artigo

  • ISBN: 9789722130370
  • Editor: CAMINHO
  • Data de publicação: junho 2020
  • Páginas: 224
  • Dimensões: 21 x 13,7 x 1,2 cm

Sobre o Autor

DANIEL SAMPAIO

Daniel Sampaio escreve sobre as famílias, os casais e os jovens dos nossos dias. Dos títulos que publicou destacam-se Ninguém Morre Sozinho (uma obra de referência sobre o suicídio adolescente), A Arte da Fuga, Tudo o Que Temos Cá Dentro e Lavrar o Mar. A versão teatral do seu livro Vagabundos de Nós foi levada à cena em 2004 no Teatro Maria Matos, com Nuno Lopes e Márcia Breia e encenação de Luís Osório. Em 2008 publicou A Razão dos Avós, em 2018 Do Telemóvel para o Mundo - pais e adolescentes no tempo da internet, onde revisita a vida dos adolescentes e analisa o impacto das novas tecnologias no quotidiano familiar. Publicou depois Dá-me a Tua Mão e Leva-me (2020), Covid 19. Relato de Um Sobrevivente (2021), que retrata a sua experiência de doente de covid grave, A Arte da Fuga. 25 anos depois (2023), e Para Tão Curtos Amores, Tão Longa Vida (2023), que discute as relações afetivas breves e as prolongadas, a monogamia e a infidelidade, a importância da relação precoce com os pais e as vicissitudes do amor. Um Amor Que Não Se Diz é o que agora publica. Daniel Sampaio está editado no Brasil e em Itália.

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