Sinopse
Esta é a famosa confissão de Alexander Portnoy, impelido ao longo da vida por uma sexualidade insaciável, mas ao mesmo tempo refreado pela mão de ferro de uma infância inesquecível. «Um monólogo hilariante que já enriqueceu a literatura americana com um novo protótipo... Quem guarde alguma memória do mistério insondável e da farsa humilhante que é crescer irá achar este livro de leitura compulsiva. E ainda por cima é abençoada e descontroladamente divertida.» Spectator «O dom de Philip Roth para a fantasia, os seus diálogos sublimes, a sua arte de evocar lugares e ambientes, fazem de O Complexo de Portnoy uma obra simultaneamente hilariante, escabrosa e profundamente comovente.» Financial Times «Alexander Portnoy é uma grande personagem cómica. Vai ser para muitos leitores o que a mãe foi para ele: A Personagem Mais Inesquecível Que Alguma Vez Conheci.» New Statesman «O mais delirantemente divertido livro sobre sexo até hoje escrito.» Guardian
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Detalhes do Artigo
- ISBN: 9789722040846
- Editor: DOM QUIXOTE
- Data de publicação: janeiro 2009
- Abrangido pela Lei do Preço Fixo: Não
- Tipo de capa: Mole
- Páginas: 272
- Dimensões: 23,5 x 15,5 x 1,7 cm
Sobre o Autor
PHILIP ROTH
Philip Roth nasceu em Newark, Nova Jérsia, a 19 de março de 1933. Segundo filho de americanos de segunda geração, Beth e Herman Roth, Roth cresceu na comunidade predominantemente judia de Weequahic, bairro a que regressaria muitas vezes na sua escrita. Depois de concluir o ensino secundário na Weequahic High School em 1950, frequentou a Universidade Bucknell, na Pensilvânia, e a Universidade de Chicago, onde recebeu uma bolsa de estudos para concluir o seu mestrado em Literatura Inglesa. Em 1959, Roth publicou Goodbye, Columbus - coletânea que reúne uma novela e cinco contos - obra pela qual recebeu o National Book Award. Dez anos depois, o seu quarto romance, O Complexo de Portnoy, proporcionou a Roth o êxito crítico e comercial, consolidando firmemente a sua reputação como um dos melhores jovens escritores da América. Roth é autor de trinta e um livros, incluindo aqueles que acompanharam os destinos de Nathan Zuckerman e de um narrador imaginário chamado Philip Roth, através dos quais explorou, dando-lhes voz, as complexidades da experiência americana nos séculos xx e xxi. O duradouro contributo de Roth para a literatura foi amplamente reconhecido ao longo da sua vida, tanto nos Estados Unidos como no estrangeiro. Entre outros galardões, recebeu o Prémio Pulitzer, o International Man Booker Prize, foi por duas vezes o vencedor do National Book Critics Circle Award e do National Book Award, e foi distinguido com a Medalha Nacional das Artes e com a Medalha Nacional de Humanidades pelos Presidentes Clinton e Obama, respetivamente. Philip Roth morreu a 22 de maio de 2018, com oitenta e cinco anos, tendo cessado seis anos antes a sua carreira de escritor.