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Apesar de publicado originalmente em 1895, este ensaio clássico manteve sempre a sua importância fundamental e fundadora, tendo tido uma reconhecida influência na obra de Freud, por exemplo. Hoje em dia, a relevância da psicologia das multidões é ainda maior: numa época em que a globalização cria grupos de opinião e movimentos a nível mundial, este estudo sobre o modo como raciocinam e agem os seres humanos quando estão em grupo é incontornável. Gustave Le Bon foi, na sua época, desprezado pela Academia. O seu pensamento estava demasiado à frente do seu tempo. Le Bon incorporava Darwin e Haeckel nos seus conceitos de hereditariedade e de natureza humana, reflectia sobre o ambientalismo ou sobre o ensino igualitário. A obra mantém-se tão relevante hoje como na época em que surgiu. Permite, de uma forma clara, perceber como funcionam os regimes ditatoriais, os extremismos políticos, religiosos e sociais; compreender as modas, a publicidade, a propaganda. Num mundo globalizado, este ensaio é uma das análises mais abrangentes sobre a forma como o ser humano «funciona» em sociedade e em grupo. «Nos nossos dias, a soma das opiniões hesitantes das multidões é maior do que nunca e isto por três razões diferentes. A primeira é que as antigas crenças, perdendo cada vez mais o seu domínio, já não actuam, como outrora, sobre as opiniões transitórias para lhes darem determinada orientação. O desaparecimento das crenças gerais deixa lugar a uma multitude de opiniões particulares sem passado nem futuro. A segunda razão é que, por ser cada vez maior o poder das multidões, que também cada vez vai tendo menos contrapeso, a extrema mobilidade de ideias que nelas verificámos pode manifestar-se livremente. A terceira, finalmente, é a recente difusão da imprensa, que apresenta incessantemente aos olhos das multidões as opiniões mais opostas. Assim, as sugestões que qualquer dessas opiniões podia originar são dentro em pouco destruídas por sugestões opostas, do que resulta que nenhuma opinião se pode dilatar, estando, portanto, votada à existência efémera. Morre assim qualquer opinião antes de ter podido espalhar-se o bastante para ser opinião geral.»
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