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São 00h15 e não há luar. Agachadas na escuridão, imóveis e em silêncio, as dezoito mulheres da secção de transmissões observam o denso desfile de sombras que se dirige para a margem do rio. Não se ouve nem uma voz, nem um sussurro. Só o som dos passos, às centenas, na terra molhada pelo relento noturno; e, às vezes, o leve entrechocar metálico de espingardas, baionetas, capacetes de aço e cantis. A sucessão de sombras parece interminável. Assim começa Linha da Frente, na noite de 24 para 25 de julho de 1938. A XI Brigada Mista do Exército da República atravessa o rio para se estabelecer em Castellets del Segre. Mas as tropas nacionalistas defendem a área. A Batalha do Ebro está prestes a começar, a mais cruel e sangrenta de todas as batalhas da Guerra Civil. Pela primeira vez em trinta anos de carreira literária, Arturo Pérez- Reverte aborda a Guerra Civil Espanhola. Combina ficção, factos históricos e testemunhos pessoais, colocando o leitor entre aqueles que, por vontade própria ou por força das circunstâncias, lutaram nas frentes de batalha. O que resulta é mais do que um romance sobre a guerra civil, é um retrato de homens e mulheres em tempos de guerra.
Arturo Pérez-Reverte nasceu em Cartagena, Espanha, em 1951. Foi repórter de guerra durante vinte e um anos. Com mais de vinte milhões de leitores em todo o mundo, muitos dos seus romances têm sido adaptados ao cinema e à televisão. Em 2017, foi premiado com o Prix Littéraire Jacques Audiberti. Atualmente, divide a sua vida entre a literatura, o mar e a navegação. É membro da Real Academia Espanhola.