PORTES GRATUITOS em encomendas acima de 25€ para Portugal Continental
A pesquisar
Estamos a procurar resultados para
“”.
O seu carrinho
O seu carrinho está vazio
Adicione produtos para continuar a sua compra
Entre ou Crie uma Conta
Crie Conta
Validar e-mail
Foi enviado um e-mail de validação para o seu endereço
. Por favor, verifique sua caixa de entrada e siga as instruções para
validar o seu e-mail.
Caso não tenha recebido o e-mail, por favor, verifique a sua
pasta de spam ou solicite um Novo e-mail de
validação.
Validar e-mail
Foi enviado um novo e-mail de validação para o seu endereço
. Por
favor,
verifique sua caixa de
correio ou spam e siga as instruções para validar seu e-mail.
Validar e-mail
Ocorreu um erro ao tentar registrar a sua conta por favor tente novamente.
Se o problema persistir, entre em contato com o nosso suporte.
Bem-vindo
Seja bem-vindo! O seu e-mail foi verificado com sucesso. Poderá agora usufruir de todas as nossas
funcionalidades.
Repor Palavra-passe
Nova Palavra-passe
Alteração de E-mail
Ocorreu um erro inesperado. Por favor, tente novamente mais tarde.
No fim do primeiro volume, a abertura secreta que conduz à câmara de pedra na floresta afigura-se um nadinha diferente, enquanto o artista, obrigado a pintar as famílias dos alemães nazis, dá mostras de evidente transtorno. E agora, pergunta o leitor? Pois bem, neste segundo volume, as personagens estreitam laços, mergulhando de cabeça na insondável trama engendrada por Murakami, e as Metáforas Duplas pedem meças às Ideias. Do alto (leia-se, superioridade) dos seus setenta e pouco centímetros, o Comendador faz alarde da proverbial sabedoria e prossegue com as suas diatribes. O pintor e narrador da história, que gosta de preparar uma boa refeição caseira, mas que, em matéria de pensamento abstrato e matemático, é «um zero à esquerda», prefere não fazer como os golfinhos (que têm a capacidade de pôr a dormir a metade esquerda ou a direita do cérebro)... e afoga as mágoas na cozinha e num copo de puro malte escocês. Ah, é verdade, o sino evapora-se e deixa de tocar às duas da matina. E ao narrador só lhe resta responder ao chamamento do poço, que é como quem diz, da câmara de pedra. O mistério adensa-se. À medida que trabalha afanosamente no retrato de Marie Akikawa, dando mostras de ter reencontrado finalmente a sua arte, o pintor recorda ao pormenor a irmã que morreu aos doze anos. Confrontado com o súbito desaparecimento de Marie, parece disposto a tudo para salvar a rapariguinha de treze anos: lutar contra javalis e vespas, os atacantes mais perigosos por aquelas bandas... e cavalos de Troia. Sucedem-se episódios mais ou menos obscuros em que se cruzam memórias de uma Viena ocupada pelos nazis e do Massacre de Nanquim. A Noite de Cristal e a anexação da Áustria por Hitler. O suicídio do irmão de Tomohiko Amada, pianista que tocava primorosamente Chopin e Debussy, envolvido na resistência antinazi. Poderá a História contribuir na luta contra a perda de memória? Atacado pela demência, o velho mestre à casa na montanha torna. A nossa alma volta sempre ao lugar onde mora o coração?
HARUKI MURAKAMI é, sem dúvida, um autor de culto, lido por todas as gerações e procurado com especial curiosidade pelos jovens leitores, encontrando-se traduzido em mais de 50 línguas. Sendo um dos escritores japoneses contemporâneos mais divulgado em todo o mundo, é simultaneamente aplaudido pela crítica, que o considera um dos «grandes romancistas vivos» (The Guardian). Haruki Murakami recebeu vários doutoramentos honoris causa pelas universidades do Havai, Liège e Princeton em reconhecimento da sua obra, recompensada através da atribuição de importantes galardões internacionais, com destaque para os prémios Noma, Tanizaki, Yomiuri, Franz Kafka, Jerusalém e Hans Christian Andersen.