Sinopse

Um homem que vive com um relâmpago dentro dele; uma avó com sangue de galinha; uma rapariga que engraxa esculturas de elefantes africanos de madeira e se surpreende quando o sexo deles muda de tamanho; um manicómio que recorre a métodos pouco ortodoxos para recuperar um doente que fugiu; umas botas militares que mudam inesperadamente de pés; um canário numa gaiola pendurada na varanda de um prédio que irrita sobremaneira um vizinho. Estas são apenas algumas das personagens deste delicioso Mesmo não Indo, o Tempo Vai, um conjunto de histórias admiráveis que decorrem em vários tempos e geografias e que ora nos oferecem magia e surrealismo, ora combinam humor com tragédia ou delicadeza com violência. Verdadeiramente imperdíveis, vêm demonstrar que António Tavares - vencedor do Prémio LeYa com O Coro dos Defuntos - tem igual talento para a ficção mais curta.

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Detalhes do Artigo

  • ISBN: 9789722082907
  • Editor: DOM QUIXOTE
  • Data de publicação: julho 2024
  • Formato eBook: EPUB
  • Acessibilidade:

Sobre o Autor

ANTÓNIO TAVARES

António Tavares nasceu no Lobito em 1960. Foi jornalista, autarca e professor. Escreveu peças de teatro e ensaios. Como romancista, foi finalista do Prémio LeYa e do Prémio Literário Fernando Namora com As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia (2014), venceu o Prémio LeYa em 2015 com O Coro dos Defuntos e o seu romance Todos os Dias Morrem Deuses (2017) recebeu uma menção honrosa no Prémio Literário Alves Redol. Idêntica menção recebeu pelo conto «O Homem Que Caminha», no Prémio Dias de Melo. Estreou-se na poesia com A Arte de Usar a Baioneta em Tempo de Guerra (Húmus, 2023). Antes do presente livro, publicou ainda o romance Homens de Pó (2019) e a colectânea de contos Mesmo não Indo, o Tempo Vai (2024).

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