PORTES GRATUITOS em encomendas acima de 25€ para Portugal Continental
A pesquisar
Estamos a procurar resultados para
“”.
O seu carrinho
O seu carrinho está vazio
Adicione produtos para continuar a sua compra
Entre ou Crie uma Conta
Crie Conta
Validar e-mail
Foi enviado um e-mail de validação para o seu endereço
. Por favor, verifique sua caixa de entrada e siga as instruções para
validar o seu e-mail.
Caso não tenha recebido o e-mail, por favor, verifique a sua
pasta de spam ou solicite um Novo e-mail de
validação.
Validar e-mail
Foi enviado um novo e-mail de validação para o seu endereço
. Por
favor,
verifique sua caixa de
correio ou spam e siga as instruções para validar seu e-mail.
Validar e-mail
Ocorreu um erro ao tentar registrar a sua conta por favor tente novamente.
Se o problema persistir, entre em contato com o nosso suporte.
Bem-vindo
Seja bem-vindo! O seu e-mail foi verificado com sucesso. Poderá agora usufruir de todas as nossas
funcionalidades.
Repor Palavra-passe
Nova Palavra-passe
Alteração de E-mail
Ocorreu um erro inesperado. Por favor, tente novamente mais tarde.
Este volume narra a história de umas bodas de sangue, legitimadas por um razoável contrato de agregação, seguido, ao longo de sessenta anos, por frequentes episódios de violência doméstica. O contrato de agregação, aprovado pelas Cortes de Tomar, garantia formalmente a Portugal a continuidade das suas instituições, das suas leis gerais, mas retirava- lhe a independência, proporcionada por um «rei nacional». A política, a paz e a guerra passaram a ser traçadas em Madrid. E o contrato de agregação não era entre parceiros iguais. Basta um apontamento para que não restem dúvidas. Os titulares de Castela dialogavam com o rei de chapéu na cabeça, mas os duques de Bragança, de Aveiro, os titulares e fidalgos portugueses tinham de tirar o chapéu ou o barrete. A agregação dos Estados e territórios da Península sob a coroa dos Filipes não seguiu um ideal de união de iguais nem assentava num sentimento dominante de identidade hispânica. Materializava a ambição de juntar mais território, mais soldados, mais riqueza para manter e ampliar a posição dominante e prosseguir a cruzada utópica de restabelecer, sobre a Europa luterana e calvinista, a monarquia universal católica e de a alargar aos povos dos outros continentes, com as armadas de comércio, de guerra, e a pregação dos soldados de Cristo.
António Borges Coelho Nasceu em Murça, Trás-os-Montes, em 1928. Professor catedrático jubilado da Faculdade de Letras de Lisboa, dedica- se à investigação no campo da História desde 1957. Além de sete volumes da História de Portugal é autor de vasta bibliografia, que inclui poesia, ficção, ensaio e teatro