O livro mais importante do autor Prémio Nobel da Literatura de 1929. História mágica ou filosófica, romance histórico ou de formação, narrativa sobre o tempo ou viagem interior de um jovem alemão honrado e ávido de experiências, este romance envolve e enreda o leitor em teias mágicas que não mais o libertarão, entre a sátira e a seriedade, o humor e a ironia, a luz e o niilismo, numa sinfonia contra-pontística em que liberalismo e conservadorismo, decadência e sublimação, doença e saúde, espírito e natureza, morte e vida, honra e volúpia se sucedem num torvelinho que só a Primeira Guerra Mundial conseguirá dissipar. Quando as fundações da Terra e da montanha mágica começam a tremer, quando o mundo hermético feito de tédio, torpor e exasperação começa a abalar, por acção do trovão e do enxofre, das baionetas e dos canhões, é que o arganaz adormecido esfrega os olhos e começa a endireitar-se, saindo da sua tenaz hibernação, expulso do seu reino e dos seus sonhos, salvo e liberto, depois de quebrado tão longo e mágico encanto.
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Sinopse
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Detalhes do Artigo
- ISBN: 9789722053891
- Editor: DOM QUIXOTE
- Data de publicação: janeiro 2026
- Formato eBook: EPUB
- Acessibilidade:
Sobre o Autor
THOMAS MANN
Thomas Mann nasceu em Lübeck, na Alemanha, a 6 de Junho de 1875, e morreu em Zurique, em 1955. É um dos nomes maiores da literatura do século xx, tendo visto o seu trabalho ser reconhecido com a atribuição do Prémio Nobel de Literatura, em 1929. Em 1933, com a nomeação de Hitler como chanceler da Alemanha, Mann exila-se primeiro na Suíça e depois, em 1938, nos EUA, tendo obtido a nacionalidade americana em 1944. Após o fim da Segunda Guerra, Mann visitou a Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental diversas vezes, mas recusou-se a voltar a viver na Alemanha, preferindo estabelecer-se de novo na Suíça, em 1952. Entre os seus livros, todos eles importantes, destacam-se Os Buddenbrook (1901), Tonio Kröger (1903), A Morte em Veneza (1912), A Montanha Mágica (1924), Mário e o Mágico (1930), a tetralogia José e os Seus Irmãos (1933-1943) e Doutor Fausto (1947).