Sinopse

Neste livro, originalmente publicado em 1992, Manuel Alegre homenageia o grande poeta da língua portuguesa que é também uma das suas grandes referências e permanente inspiração: Luís de Camões. «Esta nação nasceu como poema. Teu canto e tu são nossa tromba de água sílaba longa sílaba breve são nosso fogo de santelmo e consoantes nosso mapa tecido a azul e mágoa salso argento lenho leve haverá sempre em nós um nunca dantes amar e mar e nunca ter senão Babilónia Sião rios que vão.»

Detalhes do Artigo

  • ISBN: 9789722060226
  • Editor: DOM QUIXOTE
  • Data de publicação: maio 2016
  • Páginas: 56
  • Dimensões: 21 x 15,7 x 0,5 cm

Sobre o Autor

MANUEL ALEGRE

Manuel Alegre nasceu a 12 de Maio de 1936, em Águeda. Estudou em Lisboa, no Porto e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi campeão de natação e ator do Teatro Universitário de Coimbra (TEUC). Em 1961 é mobilizado para Angola. Preso pela PIDE, passa seis meses na Fortaleza de S. Paulo, em Luanda, onde escreve grande parte dos poemas do seu primeiro livro, Praça da Canção. Em Outubro de 1964 é eleito membro do comité nacional da Frente Patriótica de Libertação Nacional e passa a trabalhar em Argel, na emissora Voz da Liberdade. Regressa a Portugal após o 25 de Abril de 1974. Dirigente histórico do Partido Socialista desde 1974, foi vice- presidente da Assembleia da República, de 1995 a 2009, e membro do Conselho de Estado. A sua vasta obra literária, que inclui o romance, o conto, o ensaio, mas sobretudo a poesia, tem sido amplamente difundida e aclamada. Foram-lhe atribuídos os mais distintos prémios literários: Grande Prémio de Poesia da APE-CTT, Prémio da Crítica Literária da AICL, Prémio Fernando Namora e Prémio Pessoa, em 1999. Ao seu livro de poemas Doze Naus foi atribuído o Prémio D. Dinis. Em 2014, recebeu o Prémio Amália da Fundação Amália Rodrigues e, em 2016, o Prémio Vida Literária da APE e o Prémio de Consagração de Carreira da SPA. No mesmo ano, foi atribuído o Grande Prémio de Literatura dst ao seu livro de poemas Bairro Ocidental. Em 2017, foi distinguido com o Prémio Camões e, em 2019, com o Prémio Vida e Obra da SPA. Em 2021, Quando recebeu o Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa. Memórias Minhas recebeu o Grande Prémio de Literatura Biográfica Miguel Torga APE/CM de Coimbra.

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