O último capítulo da Arquitetura do Medo, uma das mais originais construções ficcionais da literatura portuguesa contemporânea contada por um escritor que já é uma referência na sua geração.
Sinopse
Numa sociedade dividida por uma ponte de ferro, entre o lado certo do privilégio e o lado errado do Gueto, as distâncias não cabem nos quilómetros: contam-se entre a sede de poder e a sede à volta de um poço, entre rafeiros e pedigree, entre os dias mais curtos das galinhas e os mais longos de velhos sorteados para a luta. Nas margens, um muro autoritário começa a erguer-se, mas, antes que acabe de vez a esperança, há ainda corações caçadores, sorrisos honestos, profecias, frutos silvestres, cabeças que pensam um milímetro ao lado e um filho que se faz à estrada no rasto das pegadas do pai. Com este livro, Sandro William Junqueira acaba de mapear o território cada vez menos distópico construído com O Caderno do Algoz, Um Piano para Cavalos Altos e No Céu não Há Limões. Fecha-se aqui a tetralogia da Arquitetura do Medo: quatro livros erguidos nas fundações e ruínas uns dos outros e da nossa humanidade.
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Detalhes do Artigo
- ISBN: 9789722134583
- Editor: CAMINHO
- Data de publicação: outubro 2026
- Abrangido pela Lei do Preço Fixo: Sim
- Tipo de capa: Mole
- Páginas: 368
Sobre o Autor
SANDRO WILLIAM JUNQUEIRA
Sandro William Junqueira nasceu em 1974 em Umtali (atual Mutare, Zimbabué) e vive na Amadora. Publicou os romances O Caderno do Algoz (2009), Um Piano para Cavalos Altos (2012), No Céu não Há Limões (2014), Quando as Girafas Baixam o Pescoço (2017), A Sangrada Família (2021) e Emídio e Ermelinda (2024); e os livros para a infância A Cantora Deitada (2015), A Grande Viagem do Pequeno Mi (2016), As Palavras Que Fugiram do Dicionário (2018), Roda- Viva: A Menina e o Círculo (2023) e Quebra-Cabeças (2025). Trabalha também como encenador, é coordenador do projeto «PANOS - palcos novos palavras novas» do Teatro Nacional D. Maria II e escreveu várias peças de teatro, nomeadamente Os Anjos não Tossem Assim, Medronho, O Que Vamos Fazer com a Revolta, AntiAquário e Batalha. Está traduzido em inglês, alemão, búlgaro, eslovaco e neerlandês.