Novas Cartas Portuguesas - (Imagem 1 de 1)
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Sinopse

LYVROS Destaca

O livro que é um marco inquestionável na história da literatura portuguesa.


«Reescrevendo, pois, as conhecidas cartas seiscentistas da freira portuguesa, Novas Cartas Portuguesas afirma-se como um libelo contra a ideologia vigente no período pré-25 de Abril (denunciando a guerra colonial, o sistema judicial, a emigração, a violência, a situação das mulheres), revestindo-se de uma invulgar originalidade e actualidade, do ponto de vista literário e social. Comprova-o o facto de poder ser hoje lido à luz das mais recentes teorias feministas (ou emergentes dos Estudos Feministas, como a teoria queer), uma vez que resiste à catalogação ao desmantelar as fronteiras entre os géneros narrativo, poético e epistolar, empurrando os limites até pontos de fusão.» Ana Luísa Amaral in «Breve Introdução»

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Detalhes do Artigo

  • ISBN: 9789722040112
  • Editor: DOM QUIXOTE
  • Data de publicação: outubro 2010
  • Abrangido pela Lei do Preço Fixo: Não
  • Tipo de capa: Mole
  • Páginas: 464
  • Dimensões: 23,6 x 15,5 x 2,9 cm

Sobre os Autores

MARIA ISABEL BARRENO

Maria Isabel Barreno (1939-2016) publicou um total de 24 obras. Recebeu o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco e o Prémio de Ficção do P.E.N. Clube com o livro de contos Os Sensos Incomuns , e o Prémio Fernando Namora com o romance Crónica do Tempo. Em 2009 publicou o romance Vozes do Vento.

MARIA TERESA HORTA

Nascida em Lisboa, onde frequentou a Faculdade de Letras, Maria Teresa Horta (1937-2025), escritora e jornalista, estreou-se na poesia em 1960, com Espelho Inicial. No ano seguinte participou com Tatuagem em Poesia 61, e tem a sua obra poética coligida em Poesia Reunida (2009). Publicou, posteriormente, Poemas para Leonor (2012), A Dama e o Unicórnio (2013), Anunciações (2016), Poesis (2017), Estranhezas (2018) e a antologia pessoal Eu Sou a Minha Poesia (2019). Na ficção, é autora de Ambas as Mãos sobre o Corpo (1970), Ana (1974), Ema (1984), Cristina (1985), A Paixão segundo Constança H. (1994) e As Luzes de Leonor (2011), romance sobre a Marquesa de Alorna distinguido com o Prémio D. Diniz, da Fundação da Casa de Mateus. Em 2014 editou o volume de contos Meninas e, em 2019, Quotidiano Instável, livro que reúne as crónicas de carácter ficcional publicadas no suplemento «Literatura & Arte» do jornal A Capital, entre 1968 e 1972. Os seus livros estão publicados no Brasil, França e Itália. Paixão, lançado em 2021, é o seu último livro.

MARIA VELHO DA COSTA

Maria Velho da Costa (1938-2020) foi responsável por algumas das obras mais importantes do actual panorama literário em Portugal, tendo recebido inúmeros prémios, entre os quais se destacam o Prémio de Ficção do P.E.N. Clube (1989), o Prémio da Crítica da Associação Internacional de Críticos Literários (1995), o Prémio Camões (2002), e o Prémio Correntes d'Escritas (2010).

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