Um romance pícaro do autor vencedor da mais recente edição do Prémio PEN Clube de Narrativa.
Sinopse
«O romance histórico, ultimamente tão degradado entre nós, readquire com Paulo Moreiras o seu intemporal esplendor.» MÁRIO CLÁUDIO Será esta novela um divertimento literário? Um exercício erudito ou um embuste? Patranha de algum alfarrabista? Que mistérios se escondem por detrás desta peregrina novela, com tanto de picaresco como de sátira e crítica de costumes? A novela que ora se apresenta nasce da descoberta de um manuscrito, da sua apropriação criativa por Paulo Moreiras e da simbiose literária que o autor estabeleceu entre os textos, preservando o mesmo princípio: o de poder escrever pelo puro amor da escrita. Poderia um burro escrever uma novela assim? Pelos vistos confirma-se. Porém, esta novela afigura-se como um quebra-cabeças para os bibliotecários, um trinta-e-um para os livreiros e um imbróglio para os críticos literários, isto é, se houver algum disposto a perder-se pelas brenhas desta floresta de fantasia e imaginação. Aqui o leitor entra por sua conta e risco, sabendo que irá encontrar uma obra cheia de pilhéria, graça e sainete como aquelas a que Paulo Moreiras já nos habituou e de onde seguramente sairá com a barriga farta de riso. Fica feito o aviso. Atreva-se. «Chego agora quase aos cinquenta anos e é que dou conta de que existe Paulo Moreiras. [...] É um divertimento excelente, e toda a gente sabe quando eu uso a palavra divertimento não é para me referir a coisas menores, antes pelo contrário.» RICARDO ARAÚJO PEREIRA, SIC NOTÍCIAS
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Detalhes do Artigo
- ISBN: 9789722089661
- Editor: DOM QUIXOTE
- Data de publicação: setembro 2026
- Abrangido pela Lei do Preço Fixo: Sim
- Tipo de capa: Mole
- Páginas: 136
Sobre o Autor
PAULO MOREIRAS
Paulo Moreiras nasceu em Agosto de 1969, na cidade de Lourenço Marques, Moçambique. Em Outubro de 1974 aterrou em Portugal. Quis ser desenhador, cientista, inventor, marinheiro, antropólogo, mas não foi nada disso. Perdeu-se muitas vezes e achou-se outras tantas. Erra mais do que acerta, mas não deixa de ser feliz por isso. Começou na banda desenhada, navegou pela poesia e desaguou no romance com o elogiadíssimo A Demanda de D. Fuas Bragatela (2002). Seguiram-se Os Dias de Saturno (2009), O Ouro dos Corcundas (2011) e A Vida Airada de Dom Perdigote (2023), finalista do Prémio Literário Casino da Póvoa 2024. N'O Caminho do Burro (2021) reuniu os seus melhores contos. Também escreve sobre gastronomia, com destaque para Elogio da Ginja (2006) e Pão & Vinho - Mil e Uma Histórias de Comer e Beber (2014). Gosta do que faz e daquilo que quer fazer.