Sinopse

As medidas de auxílio a bancos em dificuldades têm sido frequentes entre nós. Essas intervenções são ditadas por uma necessidade de estabilizar o sistema financeiro. Contudo, elas podem criar incentivos perversos (moral hazard) e onerar pesadamente as finanças públicas. Estas medidas caem, muitas vezes, no âmbito da proibição de auxílios de estado. Mas, a Comissão Europeia, reconhecendo que os objetivos desses auxílios encontram respaldo no Tratado, tem entendido que eles podem ser declarados como compatíveis com o mercado interno. Também reconhecendo os perigos associados, a Comissão não deixou de procurar formas de os mitigar, de modo a equilibrar os valores em causa. Isto é bem sabido, mas algumas perguntas ficaram esquecidas. Como é que a crise financeira influenciou esta abordagem? Será que o enquadramento que a Comissão Europeia seguiu é consistente e coerente? Estas são algumas das perguntas que se pretende responder. Com Prefácio da orientadora da Tese de Mestrado, a Professora Doutora Sofia Oliveira Pais

Detalhes do Artigo

  • ISBN: 9789724086088
  • Editor: LIVRARIA ALMEDINA
  • Formato eBook: EPUB
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