PORTES GRATUITOS em encomendas acima de 25€ para Portugal Continental
A pesquisar
Estamos a procurar resultados para
“”.
O seu carrinho
O seu carrinho está vazio
Adicione produtos para continuar a sua compra
Entre ou Crie uma Conta
Crie Conta
Validar e-mail
Foi enviado um e-mail de validação para o seu endereço
. Por favor, verifique sua caixa de entrada e siga as instruções para
validar o seu e-mail.
Caso não tenha recebido o e-mail, por favor, verifique a sua
pasta de spam ou solicite um Novo e-mail de
validação.
Validar e-mail
Foi enviado um novo e-mail de validação para o seu endereço
. Por
favor,
verifique sua caixa de
correio ou spam e siga as instruções para validar seu e-mail.
Validar e-mail
Ocorreu um erro ao tentar registrar a sua conta por favor tente novamente.
Se o problema persistir, entre em contato com o nosso suporte.
Bem-vindo
Seja bem-vindo! O seu e-mail foi verificado com sucesso. Poderá agora usufruir de todas as nossas
funcionalidades.
Repor Palavra-passe
Nova Palavra-passe
Alteração de E-mail
Ocorreu um erro inesperado. Por favor, tente novamente mais tarde.
Pouco depois do 25 de Abril, os trabalhadores rurais do Sul ocupam a terra dos latifundiários para quem trabalharam como escravos ao longo de décadas. Em Aldeia Velha - o lugar onde decorre a acção deste romance - a sociedade depara-se de repente com as mudanças criadas pela Reforma Agrária, mas também com as consequências do fim da Guerra Colonial e as novas liberdades trazidas pela Revolução. Veremos, por isso, como reagem os que perderam as propriedades (e se insurgem ou resignam com a situação) e os que continuam a trabalhar de sol a sol, embora agora para seu próprio sustento. E também os que, depois de terem lutado anos pela democracia, são agora membros do Partido e ocupam funções de relevo, ou os que acreditaram no mundo perfeito e vêem os seus sonhos esfarelar-se todos os dias. Mas há também coisas que nunca mudam, por mais que os tempos tenham mudado: a bisbilhotice, a mentira, a má-língua, a maldade, o sofrimento. Num romance em que a verdadeira personagem é a própria aldeia - na qual o bulício das vidas individuais funciona como uma espécie de música de fundo - é curiosamente o carteiro - aquele que passa em todas as ruas e portas - o elo de ligação entre o padre, o merceeiro, o médico, a amante, o corno, o ricaço, o presidente da Junta e muitos outros, trazendo-nos a forma como cada um assimila os novos tempos e perspectiva o futuro. Porém, o muito que este homem cala é talvez aquilo que mais importa. Carlos Campaniço, no seu estilo inconfundível e uma linguagem que é um tremendo veículo sensorial, oferece-nos com A Cinco Palmos dos Olhos mais uma obra profundamente original.
A aparência visual do texto e das páginas pode ser modificada.
Elevado contraste entre o texto de primeiro plano e o fundo.
Permite uma navegação rápida entre secções (seguinte/anterior).
Contém índice de conteúdos com links para as secções principais.
Informações adicionais
Nesta publicação, envidamos esforços para aderir aos padrões atuais das Diretrizes de Acessibilidade de Conteúdo da Web (WCAG) Nível AA, de forma a fornecer um ebook acessível a todos os utilizadores.
Alertamos que este eBook pode conter linguagem inadequada para alguns públicos, como palavrões, jargões ou expressões em vernáculo.
Carlos Campaniço nasceu na aldeia de Safara, no concelho de Moura. Aí viveu até ingressar na universidade, onde cursou Línguas e Literaturas Modernas. É também mestre em Culturas Árabe e Islâmica e o Mediterrâneo, tendo obra publicada sobre a matéria. Profissionalmente, é programador artístico. Publicou vários romances desde 2007, entre eles: Os Demónios de Álvaro Cobra (Vencedor do Prémio Literário Cidade de Almada), Mal Nascer (Finalista do Prémio LeYa e vencedor do Prémio Mais Literatura promovido pela revista Mais Alentejo), As Viúvas de Dom Rufia, Velhos Lobos e agora este A Cinco Palmos dos Olhos.