Sinopse
"O protagonista desta história é um Homem Plano que vive num mundo de 2 dimensões. Um dia, o protagonista encontra uma impressão digital numa das páginas de um livro e fica obcecado por esta estranha «letra». Depois de intensas investigações, apercebe-se da existência de um mundo muito diferente do seu: um mundo com 3 dimensões; quando tenta divulgar a sua espantosa descoberta junto do resto do povo plano, é acusado de delito de opinião e de perturbação da ordem pública e preso. Mas não desiste e, quando sai da prisão, consegue descobrir um meio de passar para o mundo de 3 dimensões. Já deste «lado», e sabendo que só pode manter-se por aqui se estiver permanentemente a ser «visto», opta por raptar leitores, espectadores e observadores em geral..."
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Detalhes do Artigo
- ISBN: 9789722120043
- Editor: CAMINHO
- Data de publicação: janeiro 2008
- Dimensões: 21 x 14,2 x 1 cm
Sobre o Autor
PATRÍCIA PORTELA
Patrícia Portela (1974). Viveu em Macau, Utrecht, Helsínquia, Ebeltoft, Berlim, Antuérpia, Viseu e Lisboa. Autora de performances e obras literárias; tem um mestrado em cenografia pela Central Saint Martins College of Art/Faculdade de Utrecht e outro em Filosofia Contemporânea pelo Instituto Internacional de Filosofia de Leuven; estudou cinema na European Film College e dança contemporânea com vários coreógrafos e mestres; foi cronista no JL de 2017 até ao seu fecho, em 2025, e na Antena 1 no programa Fio da Meada de 2019 e até à primeira quarentena do Covid-19 em 2020; foi diretora artística do Teatro Viriato, em Viseu, e da Rua das Gaivotas 6, em Lisboa. Recebeu o Prémio Madalena Azeredo de Perdigão/FCG para o espectáculo Flatland I (2004) e Wasteband (menção honrosa 2003), prémio Teatro na Década para T5 (1999), com o grupo O Resto, e Prémio Reposição 2004 com Wasteband. Finalista do Primeiro Prémio Multimédia Sonae/MNACC, em 2015, com a instalação Parasomnia; Finalista do Prémio de Grande Romance e Novela APE de 2013 com Banquete. Finalista do Prémio Correntes d'Escritas e Prémio Ciranda 2022 com Hífen, um romance escrito com o apoio de uma bolsa literária DGLAB e que Miguel Real, no JL, considerou «histórico».