Sinopse

2.ª edição atualizada e aumentada. Contém um novo capítulo sobre o memorando de entendimento e inclui o caso dos depósitos em Chipre. O euro tem graves problemas de arquitectura, para além de ter acumulado muitos erros de gestão, agravados pelas suas propriedades de instabilidade intrínseca. As reformas necessárias à sobrevivência do euro são politicamente inaceitáveis para os países que teriam que arcar com a maior fatia da factura, em particular a Alemanha. Assim, é cada vez mais provável um qualquer tipo de desagregação do euro, que pode iniciar-se de um vastíssimo conjunto de pretextos. A inépcia política revelada na gestão da ajuda a Chipre é mais um indicador das debilidades dos actuais líderes europeus para lidar com tão grande questão. Portugal enfrenta este desafio numa posição de especial vulnerabilidade, não só porque geriu muito mal a adesão e permanência no euro, como descurou muitos outros desafios, como a globalização e a queda da natalidade. O que sinaliza o fim do euro? O que pode desencadear o fim do euro? O que pode fazer para se proteger do fim do euro? Deve ter produtos alimentares de reserva na despensa? O que poderá acontecer aos seus depósitos? O que poderá acontecer ao seu crédito à habitação? Podemos ter uma quebra acentuada do preço das casas? O que poderá acontecer ao desemprego? O seu poder de compra poderá cair drasticamente? Os salários poderão crescer muito menos do que a inflação? O euro não está em condições de lidar com choques externos negativos? - Público, 5 de abril 2014 "Portugal ia sair do euro" - Observador 22 de junho 2014, por Liliana Valente

Detalhes do Artigo

  • ISBN: 9789896944469
  • Editor: EDIÇÕES 70
  • Formato eBook: EPUB
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