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Em 1522 (o primeiro ano do reinado de Jiajing) o governo Ming eliminou os departamentos de Comércio Marítimo (shibo si) em Fujian e Zhejiang, e «somente o departamento em Guangdong permaneceu» para o comércio externo; em 1757 (o vigésimo segundo ano do reinado de Qianlong) o governo Qing aboliu as alfândegas de Fujian, Zhejiang e Jiangxi, e estipulou que no futuro os comerciantes estrangeiros só podiam negociar em Guangdong. Nos 318 anos que se seguiram, as rotas de comércio externo da China, que era um dos principais países comerciais do mundo, começavam todas em Cantão, transitavam por Macau e chegavam depois a países da Ásia, Europa, África, Austrália e América do Norte e do Sul. Nos 287 anos decorridos entre 1553 (o trigésimo segundo ano do reinado de Jiajing da dinastia Ming), quando os portugueses entraram e alugaram Macau, até 1840 (o vigésimo ano do reinado de Daoguang da dinastia Qing), Macau tornou-se um porto de transbordo altamente desenvolvido na Rota da Seda Marítima. Naquela época, as mercadorias dos navios da China, país que «ocupava o lugar de maior produtor mundial de mercadorias», que iam para os países ocidentais por via marítima ou os navios comerciais de países ocidentais que rumavam à China, tinham de fazer transbordo em Macau antes de seguirem para Cantão. De acordo com registos históricos, a partir de 1553 a China abriu oito rotas internacionais, Cantão-Macau- Goa-Lisboa-Europa, Cantão-Macau-Nagasaki, Cantão-Macau-Makasar-Timor, Cantão-Macau-Manila-México-Peru, Cantão-Macau-Nova Iorque-Boston- Filadélfia, Cantão-Macau-Vancouver, Cantão-Macau-Rússia e Cantão-Macau- Austrália. Assim, Macau desempenhou um papel extremamente importante como porto de transbordo no comércio multilateral globalizado desde meados do século xvi até ao início do século xix, tornando-se um centro comercial numa perspetiva global.
Huang Qichen nasceu no condado de Lingshan, na província de Guandong, República Popular da China, em janeiro de 1938. Foi professor de História na Universidade Sun Yat-sem e bibliotecário do Museu de Literatura e História do Governo Popular da Província de Guangdong. Foi vice-presidente da Faculdade de Direito e Ciência Política e coordenador do Departamento de Sociologia da Universidade Sun Yat-sen. Foi convidado a dar palestras em vários países, nomeadamente os Estados Unidos da América e o Japão, bem como nas regiões de Hong Kong, Macau e Taiwan. Foi também nomeado professor visitante na Universidade de Osaca e na Universidade Kansai do Japão.