Uma experiência emocionalmente dilacerante que leva o leitor aos recantos mais sombrios - e mais sublimes - da condição humana.
NUMA MANHÃ IGUAL A TANTAS OUTRAS, UM INSTANTE MUDA TUDO PARA SEMPRE. Corby Ledbetter está no limite. Desempregado, com filhos pequenos em casa e um vício que alimenta em segredo, sente que a vida lhe está a escapar por entre os dedos. Até mesmo a relação com a mulher que adora, Emily, se degrada a cada dia. E é então que um momento irreversível destrói a família. Após a tragédia, Corby é condenado a uma pena de prisão. Atrás das grades, esmagado por uma culpa avassaladora e pela dureza implacável do sistema prisional, é testemunha de atos de brutalidade inimagináveis. No meio da escuridão, porém, também há pequenos gestos de humanidade: a bondade discreta da bibliotecária, e a inesperada cumplicidade com outros reclusos - entre eles, um colega de cela generoso e um adolescente perdido, desesperado por alguém que lhe sirva de exemplo. Sustentado por estas ligações e pelo apoio inquebrantável da sua mãe, Corby começa lentamente a transcender os limites do seu cativeiro. Mas será que aqueles que ama conseguirão alguma vez perdoar-lhe? Conseguirá ele perdoar-se? Um livro perturbante, que fica connosco muito depois de virarmos a última página.